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R. Maria de Lourdes Cesar Leite, 71

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Transportadoras: os principais desafios para 2017

Há anos o setor de transportes do Brasil tem sofrido com a falta de infraestrutura viária adequada além de outros problemas.

Nos últimos tempos somou-se a isso a crise econômica que levou a maior estagnação das indústrias e à redução “geral” do consumo no país. Muitos destes problemas são antigos e na atualidade surgem novos outros. Dentro deste contexto, veja aqui neste post os principais desafios das transportadoras para 2017. Confira!

A crise e o setor de transportes

De fato a crise econômica brasileira tem um impacto muito forte no que tange aos serviços das transportadoras brasileiras. O transporte rodoviário de cargas (TRC), por exemplo, foi o mais afetado pela queda do PIB (Produto Interno Bruto). Apesar da retração de mais de 3% que este alcançou em 2015, no ano de 2016 atingiu um índice menor; contudo, a situação das empresas do TRC continuará complicada.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNT (Confederação Nacional de Transportes):

  • 50,8% dos transportadores que foram entrevistados têm expectativas de perceber a retomada do crescimento econômico no Brasil em 2017.
  • 18,9% em 2018.
  • E 13% a partir de 2019.

Ainda segundo o sócio-diretor da Ilos (Instituto de Logística e Supply Chain), Maurício Lima, as transportadoras de cargas da malha rodoviária poderão levar aproximadamente quatro anos para retomar ao patamar em que se encontravam antes da crise econômica. Entretanto, ele avalia que a tendência é que a economia cresça em 2017, 2018 e 2019; porém ela não recupera em sua totalidade o segmento de transporte.

A boa notícia é que o pior momento das transportadoras no Brasil já passou e, frente ao cenário atual de mudanças e ações de melhorias propostas pelo governo, os números começarão a serem favoráveis.

O estudo sobre “Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador 2016”, também realizado pela CNT, mostra que 60,1% das empresas de transporte brasileiras tiveram queda em sua receita bruta, 58,8% necessitam diminuir o número total de viagens e houve elevação do custo operacional para 74,6%.

A maior parte dos entrevistados (90,7%) que atuam em diferentes modais considera que a crise também os afetou de modo drástico:

  • Do período compreendido entre dezembro de 2015 a setembro de 2016, 52.444 trabalhadores do setor tiveram que ser demitidos.
  • Em 2016 37,4% das transportadoras reduziram o número de veículos em circulação.
  • Somente no último semestre de 2016 58,1% das empresas do setor reduziram seus quadros de funcionários justamente pela atual situação econômica do país.

Dessa forma, percebe-se que as transportadoras ainda terão muitos desafios a enfrentar em 2017.

Transportadoras – desafios 2017

Um dos maiores desafios a ser enfrentado pelas transportadoras em 2017 continua sendo a falta de investimento em rodovias seguras e deficientes. Tais problemas tornam o serviço logístico mais custoso. Outro grande desafio é se adaptarem aos novos parâmetros de responsabilidade ambiental modernizando o motor dos veículos movidos a Diesel que utilizam de um combustível menos poluente; mas, que corresponde a um gasto maior e representa diminuição de lucro; por exemplo.

Ademais, com a recessão econômica, muitas transportadoras estagnaram e seus clientes se tornaram mais exigentes solicitando principalmente mais qualidade e agilidade nas entregas. Para isso algumas têm adotado sistemas automatizados de gestão e modernizado seus veículos. Porém, com isso, surgiram alguns novos desafios para o setor, dentre os quais um dos principais é:

  • Contratar profissionais (motoristas) e/ou capacitá-los com as qualificações técnicas necessárias para lidarem com as novas tecnologias.

Portanto, mesmo diante desses desafios para 2017, boa parte dos transportadores estão confiantes na gestão econômica do governo federal e acreditam que haverá melhor desempenho da atividade econômica no Brasil; o que consequentemente irá contribuir com o este setor.

E então; quais são suas expectativas em relação às transportadoras para 2017?

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E-commerce: Os primeiros passos rumo ao crescimento do seu comércio eletrônico!

De acordo com dados apresentados pela Ebit, empresa especializada em informações sobre o comércio eletrônico no Brasil, as vendas pela internet faturaram R$ 19,6 bilhões no primeiro semestre de 2016 representando um crescimento nominal de 5,2% em relação ao mesmo período do ano de 2015. Sendo assim, pode-se afirmar que a crise econômica não chegou ao segmento de e-commerce no país. E você sabe quais os primeiros passos rumo ao crescimento por meio desse modelo de negócio? Veja aqui neste post. Confira!

Os números do mercado e-commerce no Brasil

Ainda segundo a Ebit verificou-se uma mudança de comportamento dos clientes consumidores em relação à preferência de produtos comprados. As categorias mais vendidas pelas empresas brasileiras no e-commerce no primeiro semestre de 2016 foram:

  • Assinaturas, livros e apostilas – 14%.
  • Eletrodomésticos – 13%.
  • Moda e acessórios – 12%.
  • Perfumaria e cosméticos/saúde/cuidados pessoais – 12%.
  • Celulares/telefonia – 9%.

A previsão de vendas até o final de 2016 se mantiveram de acordo com a estimada pela empresa no início do ano: crescimento nominal de 8% comparado a 2015 com faturamento total de 44,6 bilhões. Estimativas animadoras, não é mesmo?

E-commerce: posicionando seu empreendimento no ambiente online!

Diversos empreendedores ignoram a etapa de planejamento antes de iniciarem seus negócios na internet. É importante você saber que posicionar seu empreendimento no ambiente online não significa simplesmente montar uma loja virtual, inserir prontos e ponto final. Vai muito além disso…

Um planejamento de e-commerce passa por etapas e existem vários elementos que você deve levar em consideração. Da mesma forma que um empreendimento físico exige planejamento para ter mais chances de obter sucesso, os negócios online também seguem este mesmo ritual.

Logo, nem cogite a hipótese de abrir sua loja virtual sem seguir cada etapa para tal, caso contrário, infelizmente o seu negócio estará fadado ao fracasso.

E-commerce: o planejamento

Os primeiros passos rumo ao crescimento do seu negócio, conforme mencionado anteriormente, envolvem o planejamento do projeto de e-commerce. Nele você deverá analisar alguns fatores como:

As variáveis do mercado

Análise das variáveis do mercado para checar se sua ideia de negócio é viável dentro do contexto atual do comércio eletrônico.

A plataforma

Escolha da plataforma de e-commerce seja ela Open Source, On-Premises ou SaaS (Software as a Service). Esta escolha é primordial para seu projeto, vez que sua loja online será criada e administrada operacionalmente por ela.

Veja um comparativo entre elas:

Open Source versus On-Premises versus SaaS

comparativo_plataforma_eco

Fonte: Vetex

O essencial nesse ponto é você encontrar a plataforma de e-commerce que atenda as necessidades de seu negócio como futuras expansões, recursos tecnológicos e de marketing digital etc.

O marketing digital da loja online

Um planejamento prévio nesse quesito para o funcionamento de um e-commerce é fundamental. A divulgação de sua loja virtual necessita de estratégias de marketing eficientes, dentre elas:

  • Técnicas de SEO para otimização do seu site.
  • Links patrocinados.
  • Marketing em redes sociais que atualmente são canais importantes para o e-commerce.
  • E-mail marketing.

Capacitação de pessoal (caso necessário)

Se seu empreendimento já existe fisicamente e for necessário utilizar seus colaboradores para trabalhar no e-commerce prefira contar com aqueles que possuem boa formação em marketing online voltada especialmente para área de web analytics e marketing de busca.

Outros passos extremamente importantes no planejamento de sua loja virtual são a escolha dos sistemas e formas de pagamento, a logística de entrega e a reversa, legislação e tributação.

Portanto, todos estes passos rumo ao crescimento do e-commerce que você acabou de conhecer devem ser seguidos para que seu empreendimento possa crescer de forma sólida, rentável e duradoura.

Sucesso!

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Gestão Contábil: Os 8 erros mais comuns cometidos na gestão de pequenas empresas

Graças à enorme variedade de aplicativos e sistemas de gestão financeira disponíveis no mercado para pequenas e médias empresas, esta cada vez mais fácil manter os registros contábeis com exatidão, para se saber para onde está indo o dinheiro da sua empresa, não é mesmo?

Embora os softwares de gestão tenham tornado o controle financeiro e a gestão contábil mais fácil para os pequenos empresários, ainda assim, muitos erros são cometidos na contabilidade de uma pequena empresa. Por exemplo, classificar incorretamente uma transação, ou lançar um código errado de um imposto é muito mais comum do que se imagina, principalmente quando é o próprio empresário que resolve fazer os seus lançamentos e a sua própria gestão contábil, visando “economizar” algum dinheiro.

Alguns erros na contabilidade são pequenos, insignificantes e, quando são inevitavelmente percebidos por alguém dentro do seu negócio, fáceis de corrigir. Porém, outros são mais graves e podem ter um efeito significativo sobre a saúde financeira do seu negócio.

Ao longo do tempo, práticas contábeis pobres, feitas por quem não entende de contabilidade, podem distorcer a realidade da saúde fiscal da sua empresa. Em casos graves, repetidos erros contábeis e práticas contábeis ruins podem levar o seu negócio para a insolvência ou até mesmo a falência da empresa.

Neste artigo, examinaremos oito dos erros mais comuns cometidos na contabilidade de pequenas empresas e explicaremos como eles podem criar problemas pequenos ou até muito significativos para o seu negócio.

Boa leitura!

  1. Assumir os lucros sem considerar os custos de um projeto

Você acabou de fechar um negócio de R$ 50.000,00, porém, sua empresa levará três meses para finalizar o mesmo e entregar ao cliente. Sua empresa terá com isso, um custo de R$ 20.000,00 para financiar o projeto. Logo você pensa – “Terei um lucro de R$ 30.000,00 sobre este negócio”, e já o lança em seu financeiro, mesmo antes de ter entregue absolutamente nada. Isso é um grande erro!

O que acontecerá se ao invés de levar três meses, você se deparar com um problema na execução do projeto, que lhe obrigue a precisar de mais três meses para finalizá-lo? Quanto isso irá lhe custar a mais? Este novo prazo, irá tornar a estimativa de custos iniciais de R$ 20.000,00 totalmente incorreta, não é mesmo? Então qual será o seu lucro agora?

É muito tentador lançar cada novo negócio como entrada de recursos financeiros logo que se fecha um contrato – afinal, é uma nova renda para o seu negócio, e como não lançar? Mas agir assim pode fazer sua empresa parecer mais saudável do que realmente é e dar-lhe uma imagem distorcida da condição financeira real do seu negócio. Nem toda entrada de recurso em seu caixa, significa lucro.

  1. Não levar a gestão contábil do negócio realmente a sério

A chave para uma gestão contábil realmente eficiente é registrar tudo. Desde pequenas transações até grandes pagamentos de clientes e fornecedores, é importante garantir que tudo seja registrado e devidamente categorizado em seu plano de contas.

Não importa o quão pequeno seja o seu negócio, encarar a gestão contábil seriamente lhe dará uma imagem precisa e confiável da saúde financeira da sua empresa, permitindo que você determine exatamente quão bom (ou ruim) foi o seu desempenho empresarial em um determinado período.

Categorizar diferentes tipos de ativos e passivos corretamente para realizar uma verificação mensal de seus lançamentos, o estabelecimento de uma gestão contábil séria e a utilização de um bom sistema de gestão para o seu negócio, são as grandes chaves para mantê-lo financeiramente seguro.

  1. Falha ao definir suas contratações

Sua empresa tem funcionários? Em caso afirmativo, eles são funcionários da sua empresa, isto é, contratados em regime de CLT, ou são pessoas jurídicas contratadas para exercer determinadas funções?

Há uma grande diferença entre um empregado e um empreiteiro (P.J. contratado) – uma diferença que você precisará levar seriamente em conta.

Compreender a diferença entre um empregado e um contratado, bem como as consequências contábeis dessa diferença, é vital para evitar que sua empresa registre suas contas de forma imprecisa.

  1. Gerenciar, você mesmo, todas as suas contas internas

Você administra bem o seu financeiro e as suas despesas internas?

Quando você gerencia uma empresa extremamente pequena com receita limitada, pode ser tentador para reduzir custos, lidar com sua contabilidade de seu próprio jeito.

Você mesmo fazer a sua gestão contábil pode parecer uma ótima maneira de poupar dinheiro, porém, este tipo de atitude pode ser realmente o maior custo do seu negócio, afinal, qual é a sua especialidade?

A contratação de um contador especializado em seu segmento de mercado, pode até parecer um custo que você pode evitar “fazendo você mesmo a sua contabilidade”, porém, um contador especializado é indispensável ao planejamento tributário e financeiro de sua empresa, e pode lhe poupar muito dinheiro na gestão contábil eficiente de suas finanças.

Desde deduções fiscais que você não sabia que poderia se beneficiar, o melhor regime de tributação, a geração de dados contábeis precisos, o cumprimento das declarações acessórias que devem ser enviadas ao fisco, a apuração correta de seus impostos e orientações contínuas sobre as melhores decisões que você precisa tomar na gestão de seu negócio, a presença de um contador se torna indispensável para qualquer negócio que almeja um crescimento sustentável.

Fazer você mesmo a sua gestão contábil pode lhe custar muito dinheiro.

  1. Falha em conciliar as contas bancárias e os registros contábeis

É importante que sua empresa faça a conciliação bancária de suas contas com frequência. A conciliação bancária é o processo de verificação de que o saldo de uma conta listada em seus livros é realmente precisa e correta, garantindo que os registros correspondam ao saldo real de sua conta bancária.

É muito comum que pequenos gastos e despesas que você não julgue importante não sejam registrados. Isto é um erro que deve ser evitado. Conciliar as suas contas – desde o saldo bancário do seu negócio até as contas a pagar – lhe permite controlar com precisão a sua situação financeira.

Pequenas empresas devem sempre conciliar suas contas com seus livros a cada mês para garantir que todas as suas transações sejam registradas com precisão, impedindo que seus livros fiquem fora de sincronia com o status real de suas contas.

  1. Esquecer-se de registrar pequenas transações

Como sua empresa gerencia suas pequenas transações?

É muito fácil pensar em transações de pequeno porte como sem importância.  Mas é essencial que sua empresa tenha um registro de todos os seus gastos, não importa quão insignificantes você julgue que sejam. É importante registrar pequenas transações, como por exemplo, pagar por uma entrega postal ou a compra de um envelope, mesmo que o custo seja insignificante.  Todo e qualquer gasto deve ser registrado, mesmo que sejam apenas R$0,10 centavos de real.

Isto é especialmente importante em ambientes de varejo, onde muitas transações são realizadas em dinheiro. Seja rigoroso em registrar as pequenas transações e torne muito mais fácil gerenciar os custos maiores.

Mantendo um registro das pequenas transações, você será capaz de gerenciar facilmente seus livros contábeis. Você verá o quanto isso será importante à medida que sua empresa for crescendo e o numero de transações financeiras também.

  1. Não atribuir orçamentos claros para cada projeto

Sua empresa inicia projetos sem atribuir um orçamento claro e específico para o mesmo?

Assumir um projeto sem qualquer ideia de quanto ele pode custar a sua empresa é uma maneira fácil de gastar muito mais do que você pretendia inicialmente.

Não conseguir orçar efetivamente um projeto, torna difícil o controle dos custos referente ao mesmo, e pode gerar um custo muito maior para o seu financeiro. Isso pode fazer com que sua empresa gaste seus recursos financeiros, que já são limitados, em projetos que não produzirão retorno algum sobre o investimento.

À medida que você fizer uma gestão contábil eficiente, sua empresa se tornará cada vez mais estabelecida, e você terá ciência de quanto seu negócio precisará gastar para continuar operando. Isso facilitará a configuração de orçamentos para projetos que são grandes o suficiente para tornar o sucesso possível, porém sem excesso ou desperdícios.

  1. Comunicação ruidosa e ineficiente com seu contador

Seu contador sabe o que realmente está acontecendo em seu negócio?

É muito importante que sua empresa mantenha todas as informações registradas de forma clara e precisa sobre suas transações e ainda mais importante, que essas informações sejam continuamente enviadas à contabilidade.

Custos aparentemente pequenos como a compra de produtos ou serviços – especialmente aqueles com custos mensais recorrentes – se não reportados ao seu contador pode causar sérios problemas e muito trabalho extra para ajuste das contas.

Além de se comunicar claramente com seu contador, mantenha um registro de todas as transações, de preferencia numa planilha fornecida por ele, pois será muito mais fácil monitorar todos os seus rendimentos e gastos.

Se for difícil para você fazer isso de forma digitalizada, faça em um livro-caixa de papel mesmo. Mas, o importante é manter rigorosamente o registro de tudo.

Conclusão

Como um empreendedor de sucesso e proprietário de um pequeno negócio, talvez seja muito tranquilo se pensar que se é um super-herói e que se consegue realizar múltiplas tarefas com o mesmo nível de eficiência. Porém, quando se trata da administração financeira da empresa, o assunto é muito mais sério e requer conhecimentos especializados no assunto. E é muito mais inteligente e benéfico para o bem do negócio, deixar que especialistas no assunto cuidem disso para você.

Um contador especializado em contabilidade para pequenas empresas pode ajudá-lo a descobrir a melhor maneira de usar seus ativos, para que você possa se beneficiar de inúmeras vantagens financeiras.

São muitos os benefícios que você e sua empresa terão ao envolver a experiência de um contador na gestão contábil e financeira de seu pequeno negócio. Contadores não sabem lidar apenas com números, eles podem fornecer conselhos sobre tributação, modelos de negócios e formas vitais de gerir o seu negócio financeiramente, para que sua empresa atinja a sustentabilidade e o sucesso necessário num futuro bem próximo.

Lembre-se: como proprietário de uma pequena empresa, você é um especialista em seu próprio campo de atuação, e não um especialista em formas de tributação ou administração financeira. E isso é fantástico, pois o seu negócio precisa da sua expertise para ser competitivo. Por isso, um contador pode ser o seu maior aliado rumo ao sucesso empresarial tão desejado por você ao abrir sua pequena empresa. Pense nisso!

E então, você mesmo administra as finanças de seu negócio e sente uma imensa dificuldade em fazer a gestão contábil de todas as suas operações de um modo eficiente? Conte-nos mais sobre isso deixando seu comentário logo abaixo. Registre também suas dúvidas. Amamos interagir com você!

Muito boa sorte ao empreender com sucesso e até a próxima!

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